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Homem também faz check-up
 

Uma pergunta que sempre surge quando se avalia a prevenção de doenças entre os homens é por que muitos deles evitam as consultas médicas para fazer exames de rotina. Situação, aliás, que é exatamente diferente entre as mulheres, para as quais, inclusive, são inúmeros os programas preventivos de saúde.

A questão no Brasil já está sendo tratada como prioridade na definição de uma Política Nacional de Promoção e Atenção à Saúde do Homem. Afinal, sem o alerta desses exames, acaba ocorrendo uma sobrecarga do sistema médico e ambulatorial, com a proliferação de doenças que poderiam ser tratadas em seu estágio inicial, proporcionando assim mais qualidade de vida ao paciente.

Uma pesquisa está em curso em todos os Estados para avaliar a saúde masculina. Ela é realizada pelas sociedades brasileiras de Psiquiatria, Urologia, Cardiologia, Pneumologia e Gastroenterologia, em parceria com o Governo, e vai avaliar as cinco principais causas de internação e mortalidade de homens, identificar os fatores de adoecimento e ajudar a definir ações.

O que as estatísticas demonstram é que, efetivamente, o homem não freqüenta os ambulatórios de saúde como a mulher, e a razão pode ser preconceito, comodismo, vergonha ou mesmo medo de descobrir que possui algum problema.

Conforme dados divulgados pelo Ministério da Saúde, em 2007 foram realizadas mais de 32 milhões de consultas ginecológicas, incluindo pré-natal e obstétricas, contra apenas 2,7 milhões de visitas ao urologista.

A Política Nacional de Promoção e Atenção à Saúde do Homem pretende focar a população entre os 25 a 59 anos, que representa cerca de 40 milhões de homens no País, quase toda a força produtiva masculina do Brasil.

Entre as ações oficiais programadas para proporcionar mais saúde ao homem estão: Inserir a saúde do homem nos conteúdos de capacitação da especialização dos 32 mil médicos das Equipes de Saúde da Família (80% do total) e da educação à distância, por meio do Telessaúde, para diagnóstico de patologias e câncer do trato genital masculino.

Apoiar a implantação da política de atenção à saúde do homem nas Secretarias Estaduais e nas Capitais, a partir da pactuação na Comissão Intergestores Tripartite, mediante o repasse de R$ 50 mil por Secretaria (53 Secretarias no total); Lançar a Semana de Promoção da Saúde do Homem, em agosto de 2007, no Dia dos Pais.

Distribuir 26,1 milhões de cartilhas sobre prevenção, diagnóstico, tratamento de câncer e promoção da saúde.

Ampliar em 20% ao ano o número de consultas para diagnóstico de patologias do trato genital masculino e de cânceres de próstata, vesícula, uretra, bolsa escrotal, testículos e pênis. Passando de 121,4 mil para 252 mil consultas/ano, em 2011.

Ampliar em 10% ao ano o número de cirurgias para as patologias e cânceres do trato genital masculino, passando de 112 mil em 2006, para 164 mil até 2011.

 
Fonte: Titan Comunicação
Data: 10/6/2008
 
 

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